Aguarela de Sérgio Guerini em Exposição na Galeria Municipal de Arte de Abrantes

 A inauguração da exposição está marcada para o dia 4 de Setembro (sábado), às 16h00 e ficará patente ao público até dia 1 de Outubro. Sérgio Guerini nasceu em Santo André, São Paulo, Brasil. Estudou pintura e gravura com Sérgio Fingermann e aquarela com Ubirajara Ribeiro e Selma Daffré. ... [ler +]

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::.Correio dos Leitores

2010-04-28
Rotunda...ou não, depende!
Muito boa tarde, venho denunciar aquilo que eu acho ser a "rotunda", ou não, mais absurda que já vi.

Mesmo na entrada da zona industrial do Entroncamento está uma obra que, depois de ter pedido uma opinião a um amigo instrutor de condução que se mostrou disponível para dar a cara em relação a este assunto, fiquei ainda com mais convicção de que não estava errado nas conclusões que havia tirado acerca desta tal "rotunda" e respectiva sinalização.

O grande problema reside no dia em que houver ali um acidente porque depende do sítio por onde se entra nessa tal suposta "rotunda", todos terão razão.

Ou seja tem duas entradas assinaladas como rotunda e outras duas assinaladas como cruzamento onde a estrada em que se circula tem prioridade, ainda tem uns sinais de STOP a meio para causar mais confusão.

Em anexo estão uns pequenos vídeos que fiz com o telemóvel onde se pode ver e comprovar o que estou aqui a relatar.

Sem outro assunto agradeço a atenção que me foi dispensada.

--
Adamastor M G Monteiro

NR: Na impossibilidade de publicarmos vídeos nesta secção publicamos duas fotos retiradas do video.
   


2010-04-26
Relíquias Automóveis


Um das bandeiras de promoção do investimento efectuado pela autarquia é a "reabilitação de arruamentos, largos e praças" inserida na "Requalificação Urbana da Freguesia de S. João Baptista", publicada até na última Revista Municipal.  

Os largos entre os edifícios da Rua Antero de Quental foram requalificados, mas será que quando procederam a estes trabalhos não se depararam com duas viaturas já a cair para o lado? Um pouco mais de brio aquando destas intervenções leva a que não haja lugar a "fazer, desfazer, refazer".  

Outra situação é o estacionamento abusivo de veículos sobre as "zonas requalificadas"... Para quê renovar se depois alguns moradores acabam por ignorar as regras? É triste terem de se colocar pilaretes metálicos contra situações para as quais o bom senso era suficiente... Fica a sugestão.  

Por último, o veículo de cor preta ou ganhou raízes ou então adorou o sítio, uma vez que permanece estacionado no mesmo lugar há anos...   Por vezes não são necessárias grandes operações plásticas para lavar a imagem de algumas situações.  
   
   
Debaixo de Olho (José Joaquim)


2010-03-27
Chapa II - A sequela
   


A zona que se observa nas fotos localiza-se na Rua Antero de Quental, perto do Recinto Multiusos, no mesmo loteamento do sul do concelho referido anteriormente.

Afinal as chapas desaparecidas da vedação do tal buraco mudaram apenas de sítio. Alguém quis usufruir das mesmas e tratou de substraí-las de onde elas pertenciam.

Para além de ser algo alheio, o objecto em causa tinha a função de criar uma barreira de segurança e prevenir a ocorrência de acidentes. O objectivo da criação de um "condomínio fechado de barracas" sobrepõe-se à prevenção e garantia de segurança?

Que imagem damos com vedações de hortas acercadas do lancil e barracas de madeira construídas à revelia da lei? Pretendemos evoluir ou permitir construções ilegais à imagem do Terceiro Mundo?  

Debaixo de Olho (José Joaquim)


2010-03-27
Chapa zero, cova à vista
   

A zona que se observa nas fotos localiza-se na Rua Estados Unidos da América, perto do Recinto Multiusos, num loteamento recente do sul do concelho. As chapas que serviam de vedação desapareceram e deixaram a descoberto um buraco de grandes dimensões.

Existe o perigo de acidente com a queda de pessoas devido à ausência desta barreira.

Nunca é demais alertar, tal como já referido a 25 de Outubro de 2009, que existem também grelhas de saneamento e portas de caixas de infra-estruturas em falta neste loteamento, possivelmente vítimas dos amigos do alheio.  


Debaixo de Olho (José Joaquim)


2010-03-18
Proibir Sentidos Proibidos
 A Rua Brito Capelo, que faz a ligação entre a Avenida Dr. José Eduardo Victor das Neves e a Coferpor, teve desde sempre dois sentidos para o trânsito que nela circula.

Há bem pouco tempo alguém idealizou que a rua passasse a ter apenas um sentido, sendo que num dia foram plantados diversos sinais de sentido proibido.

Hoje, para espanto dos moradores, alguns dos sinais foram retirados e a rua passou a ser metade com dois sentidos e metade com apenas um. Voltou à estaca zero, a rua sempre foi larga o suficiente para ter dois sentidos, principalmente na zona da Coferpor.  

Para além de não haverem avisos prévios das mudanças de sinalização, não existem indicações mais chamativas das alterações efectuadas (ex.: sinais "Atenção - Nova Sinalização"). Se houver algum acidente durante estas mudanças repentinas de sinalização, quem irá pagar? Os senhores que andam a esbanjar dinheiro dos contribuintes em sinais desnecessários?

Os senhores que deitam dinheiro fora em excesso de passadeiras elevadas, inúteis e refeitas vezes sem conta?   Basta... Ponham sim um "sentido proibido" nestas ideias matinais e retirem da mão a caneta para não a aprovarem coisas sem discernimento. Pensar e planear primeiro, agir depois...     

18/3/2010

Debaixo de Olho (José Joaquim)


2010-02-01
Forma estranha

No entroncamento que dá acesso aos Foros da Lameira, existe uma espécie de ilha separadora do tráfego. Não podemos dizer que seja triangular, elíptica, eventualmente em forma de "lágrima" ou qualquer outra forma, uma vez que o lancil que a delimitava já não existe. Apenas uma sugestão mesmo que provisória.... Talvez a eliminação por completo dos restos de lancil, pavimentação, separação do tráfego através de sinalização pintada no pavimento... Supressão de um estorvo aos utentes e melhor canalização do tráfego...
Debaixo de Olho (José Joaquim)


2010-02-01
Montanhas calcetadas

As ervas daninhas continuam a rebentar em todo o lado... Mais uma erupção surgiu mesmo ao lado da Câmara Municipal. Antes de um semáforo? A lógica de uma passadeira elevada será nós abrandarmos ou pararmos mesmo que não haja nenhum peão para passar? Nenhuma destas passadeiras obedece a normas ou regras... Largura e declive de entrada variáveis, altura estipulada pela altura do lancil... Se o lancil tiver meio metro de altura, a passadeira fica com meio metro também, se ele tiver apenas 10 cm é assim que ela também fica... Mais consciência na implementação destas montanhas em relação à sua quantidade e desenho arquitectónico, senão não há veículo que resista...
Debaixo de Olho (José Joaquim)


2010-01-31
Drive-in na rotunda

Parece que ao chegarmos ao Entroncamento, as regras do trânsito alteram... Segundo a alínea a) do ponto 1 do Artigo 49º do Código da Estrada, "é proibido parar ou estacionar nas rotundas, pontes, túneis, passagens de nível, passagens inferiores ou superiores e em todos os lugares de visibilidade insuficiente." Como podemos observar, este é um dos muitos exemplos que se passam na rotunda junto ao Lar dos Ferroviários. Estacionamento abusivo de veículos por vezes para servir de drive-in para levantar produtos alimentares, outras vezes para esperar pelas crianças poliglotas...
Debaixo de Olho (José Joaquim)


2010-01-28
O Karate e um estado de espírito Zen

 

As características de um estado de espírito Zen, procuradas por tantas pessoas nas artes marciais, não surgem como uma “fórmula pronta”, unicamente através da inscrição num qualquer “dojo” de artes marciais. Esse estado Zen tem origem num treino que vai muito além do treino físico, é essencial a compreensão a cada momento da relação existente entre o treino das técnicas e a interacção com parceiros e meio envolvente. As alterações registadas ao longo do tempo em cada praticante têm repercussões no seu quotidiano fora do “dojo”, tais como relacionamento mais aprazível com os outros, uma maior autoconfiança adquirida através daquele que é o grande paradoxo das artes marciais: “treinar algo para nunca usar”, níveis de stress mais baixos, maior serenidade e sensatez na resolução de problemas do dia-a-dia. Estes são somente alguns dos benefícios como consequência de um prática continuada.

Vem experimentar e comprovar por ti mesmo.

Texto de Pedro Neves, instrutor de Karate no clube União Futebol Entroncamento


2010-01-06
Espaços públicos no nosso Entroncamento

    

Moradores que somos envolventes a este espaço e que todos pagamos os nossos impostos,dai gostariamos de ver este espaço modificado.Para que todos o podessemos assim vir a utilizar. Gostava de ver uma noticia publicada á cerca deste espaço que penso que é publico.
 
Atenciosamente,
 
Agostinho


2009-12-13
O TRISTE TABU DE ALEGRE

(Último Fenómeno)

 

 

Muito boa noite, senhor Manuel Alegre. Foi com alegria que o ouvi dizer aqui no Entroncamento – ancestral terra de fenómenos, que é preciso mudar de atitude e que o país não pode ser apenas para alguns! Nada mais de acordo. Mas, vindo este recado de si, homem de quentes e poéticas palavras, tudo não passa disso mesmo: - “palavras, palavras e mais palavras!!! Sabendo-se de que partido provém, lamentamos ter-lhe faltado a suficiente coragem e frontalidade de aqui fazer uso da sua tão propalada liberdade de expressão, para nos dizer que o país é hoje uma coutada dos seus camaradas socialistas! Encontram-se instalados nos melhores “tachos” em quase tudo que é sítio do espaço deste pedaço Ibérico! Até o sector da Justiça, ao que se diz na comunicação social, eles pretendem condicionar! Por isso, senhor Manuel Alegre, dou-lhe inteira razão quando diz que este país não pode ser só de alguns. Se quiser contrariar essa nefasta tendência, tem muito campo por onde trabalhar. Comece pelo quintal do seu próprio partido!!! Se o saudoso Zeca Afonso ainda hoje fosse vivo e prevalecesse este escandaloso compadrio político, certamente que continuaria a cantar: - “Os socialistas comem tudo… comem tudo e não nos deixam nada”!!!

12/12/2009
Alfredo Martins Guedes


2009-10-25
Tropeções

Andar pela Rua Estados Unidos da América, perto do Recinto Multiusos, pode ser um exercício perigoso. Camuflados no pavimento, buracos ameaçam pedestres e veículos que circulam por aqui. Talvez um "engraçadinho" se tenha encarregado de "mudar" as tampas de sítio. Um simples tropeção ou algo mais grave pode acontecer num destes locais...
   
José Joaquim


2009-10-25
Plantação de eucaliptos
Durante quanto tempo teremos que viver com estes "mamarrachos" no meio das nossas ruas? As fotos mostram a ligação entre a Rua Manuel Contente de Sousa e a Rua da Maruja (Freguesia de Nossa Senhora de Fátima) e a intersecção da Rua Antero de Quental com a rua no topo do Recinto Multiusos (Freguesia de São João Baptista), onde os veículos são obrigados a fintar os postes como se de uma gincana se tratasse.

Natureza, sim, e no local adequado : relva, flores, arbustos estreitos e largos, árvores altas e baixas... Agora, natureza-morta? Não. Retirar, arrasar, mover, eliminar, transferir, mexer, mudar de lugar, suprimir, deslocar, expulsar, exterminar, alterar... Conjuguem qualquer um destes verbos, mas façam qualquer coisa a estes eucaliptos eléctricos.
    
José Joaquim


2009-10-21
Carrossel "A Selva"

   

Um dos princípios para implementação de uma rotunda é a garantia do nível do serviço adequado através de uma solução fluida e capaz de canalizar, sem demoras excessivas, os diferentes movimentos direccionais.


Quando se colocam duas rotundas tão próximas, para além de serem vizinhas de um cruzamento com semáforos, é natural que o tráfego não vá fluir a certas horas, como é o exemplo do acesso ao Centro de Saúde e túnel.  

Uma das estratégias básicas consiste na definição de soluções onde, de forma figurada, se dificultam as entradas e facilitam as saídas, impondo caracteristicas fisicas que resultem numa maior penalização das velocidades e capacidade de circulação na aproximação e entrada face a uma mais fácil e rápida saída dos veículos depois de atingido o anel de circulação. Pois, a saída para o túnel não está facilitada, pelo contrário.  

A garantia de deflexão nos movimentos de entrada impede que qualquer veículo transponha a intersecção sem estar sujeito a uma curvatura mínima na sua trajectória e, por consequência, a um controlo da velocidade de entrada. Pelo que se observa na foto, na intersecção entre a Rua Jornal O Entroncamento e Rua da Ordem de Cristo, localizada num loteamento recente do sul do concelho, o veículo que entra quase nem se apercebe da rotunda e o que nela circula ainda é dificultado por ilhas dispensáveis.  

É necessário que as rotundas, tais como as passadeiras elevadas, não proliferem como ervas daninhas... Bem, só resta crer que foram ambas indealizadas por um fã do carrossel "A Selva"... (as voltinhas nos cruzamentos... as ondas nas passadeiras...).
José Joaquim


2009-10-21
Por pouco não foi requalificado
   

A Rua José Matos Rolo, que se vê ao fundo na foto, foi uma das intervencionadas relativamente a "trabalhos de infraestruturas de saneamento, arruamentos, passeios, espaços verdes, mobiliário urbano e iluminação pública", tal como referido no site da Câmara (Requalificação do Bairro da Coferpor).

Estranho é quando passamos a fronteira da Rua Brito Capelo e parece que entramos noutro mundo.

De um dos lados da rua, colocam-se contentores enterrados com vista à separação dos vários tipos de lixo, do outro lado, não se faz a total reciclagem uma vez que o ecoponto azul "fugiu" há algum tempo e nenhum o substituiu.

De um lados da rua, houve direito a marcação de estacionamentos, do outro lado, estacionam-se abusivamente veículos que perdem ar dos pneus de tanto ficar no mesmo sítio.

Acesso ao jardim deficiente, com degrau possível de causar algumas quedas, mau escoamento de águas, restos da obra de execução desse jardim... Bem, só resta crer que este espaço foi destinado a plantas xerófilas.

   
José Joaquim


2009-10-07
Ribeira de Santa Catarina e ETAR



Em plena “safra” eleitoral, talvez não seja descabido mostrar as verdadeiras capacidades e competências que os voluntariosos candidatos tanto se arrogam, mas que de uma forma quase geral e invariável, bastante cedo logram todas as expectativas que os eleitores e contribuintes neles apostaram.


Para sermos mais objectivos: Produzem estes, transformações urbanas (que apelidam de reclassificações) que em muitos casos são do ponto de vista da eficácia, segurança e já agora de enquadramento, para pior do que já existia. Mas que tem a grande “virtude” de mostrar qualquer coisa feita, e o indiscutível propósito de promover uma imagem de progresso e modernização, que mais não servem muitas vezes do que o egocentrismo e a falta de noção de quem devia destrinçar, o que é importante e prioritário.

Para não fugir à regra dos períodos pré-eleitorais, tem sido este município palco de intervenções variadas, principalmente ao nível do “embelezamento” de algumas artérias e praças, onde se adivinham ter sido gastos umas largas centenas de milhar ou mesmo milhões de euros. Privilegiando-se o superficial e acessório, ao fundamental e elementar.


Falemos por ex: De infra-estruturas enterradas como abastecimento de água, rede de saneamento, rede de águas pluvias, redes de comunicação, etc… Que, pelo que foi dado observar durante o decurso as obras, não foram objecto de preocupação, salvo ligeiríssimas e pontuais intervenções.
   

Talvez porque assim, dá para fazer mais “obra mostruário”, logo mais votos, depois parte-se o que se acabou de “reclassificar” para substituir um pequeno troço de conduta que rebentou, mas isso dá a ideia de continuidade das obras…

Mas mais caricato é a construção de passadeiras elevadas num arruamento (concluído) precisamente foco de uma “reclassificação” do pavimento da via e passeios, isto demostra claramente má gestão, mau planeamento e uma nítida imagem de desnorte técnico.


Não admira portanto que o assunto que passo a referir seja objecto do mais aparente desleixo por parte dos responsáveis políticos do município.

E não venham com a argumentação já gasta e previsível, “que o assunto está em marcha, com o projecto, a aquisição de terrenos etc..” porque já passou tempo demais.


Há mais de quinze anos que a (chamemos-lhe presumível) ETAR não cumpre a sua verdadeira missão, por várias razões de funcionamento, mas sobretudo concerteza porque apresenta desde então sub potencialidade. E o que foi feito, possivelmente além de iludir os munícipes? – Bem pelo menos já constituiu uma medida eleitoral (após os dois últimos mandatos consecutivos), haja paciência.

Aparentemente as águas usadas que entram na ETAR, saem praticamente como entraram, após breve período de deposição de alguns componentes sólidos. Senão como se explica o elevado grau de contaminação que o curso de água da Ribeira de Santa Catarina apresenta até desaguar no rio Tejo.


E o mau cheiro característico? Será que para além de ser prejudicial à saúde se torna um incentivo ao desenvolvimento da zona?

A propósito refira-se que, quando o vento sopra do quadrante Leste (principalmente) presenteia além dos moradores dos bairros vizinhos (que são obrigados a fechar as janelas) duas escolas a escassos cento e cinquenta metros daquela.


Então os nossos competentes autarcas não estão preocupados com a saúde pública? Ou constitui uma preocupação de secundaríssimo plano?

Estamos amadurecidamente fartos de quem só se preocupa com a estabilidade do seu próprio poleiro e a permanência no mesmo, para não falar da despesa e do narcisismo com que promove a sua imagem.

3 de Outubro de 2009
Carlos Pereira


2009-09-21
Casal Formigos, filho bastardo
Entroncamento, 21 de Setembro de 2009


Sou morador no Entroncamento desde sempre e, ainda que não saiba quem vai ler este texto ou até se alguém estará interessado em o fazer, entendo ser chegado o momento, porque estamos em vésperas de eleições autárquicas, de emitir a minha opinião sobre o que se tem passado neste concelho nos últimos meses.

Têm estes munícipes sido confrontados com uma proliferação de obras por todo a cidade com os inconvenientes que daí advêm; contudo, não é para as questionar na totalidade que me dou ao desfrute de registar estas linhas, vou até acreditar que algumas foram imprescindíveis ao bem-estar dos moradores das zonas afectadas.

Mas é já por causa de outras obras que o faço, aquelas que me parecem duvidosas e destituí­das de sentido, em concreto as que visaram o estreitamento das vias públicas e o consequente alargamento dos passeios e, no essencial, as que se destinaram ao embelezamento dos espa­ços públicos; nestas últimas refiro-me às obras megalómanas que o largo da Câmara Municipal tem vindo a ser alvo, às obras realizadas na Praça da República, às obras, quase anuais, que se realizam na Av. Dr. José Eduardo Victor das Neves, em que se abrem valas, se fecham valas, se reorganiza o separador central, se mudam candeeiros, se mudam as flores de uns canteiros para outros enfim, tudo mudanças que demonstram que afinal o Entroncamento é, e para quem não o sabe aqui fica o esclarecimento, o Dubai da Península Ibérica, financei­ramente falando.

Mas, vou até acrescentar que estes embelezamentos até melhoram efectivamente o visual da cidade e que nesse aspecto considero o objectivo alcançado. A minha discórdia radica apenas numa única premissa:

“ Enquanto houver um cidadão neste concelho impossibilitado de usufruir dos bens essenciais a que todos os outros têm direito, por falta de investimentos municipais ou outras diligências, entendo não serem exequíveis gastos do erário público em sectores supérfluos que pouco ou nada contribuem para a melhoria das condições de vida”.  

E quais são então os bens essenciais que eu e mais algumas dezenas de cidadãos afinal não usufruímos?

Convém desde já localizar a minha área de residência que é o Casal Formigos, talvez uma das zonas mais antigas do concelho e que por isso mesmo merecia mais consideração. É que aqui os moradores recuaram no tempo pois estão sujeitos a uma recolha de lixos domésticos defi­ciente, feita em contentores localizados no meio das ervas, da terra e até algumas imundícies, estão à margem dos percursos do TURE mas, principalmente, não usufruem de algo essencial, ainda que prometido há décadas, como é o saneamento básico, apesar de o pagarem nas facturas de fornecimento de água como qualquer munícipe e na mesma proporção dos gastos do precioso líquido; finalmente, e este um outro aspecto que reputo de enorme gravidade, têm ainda que arcar com a insegurança rodoviária sem­pre que saem de casa uma vez que na antiga EN3 não existem quaisquer meios limitadores de velocidade, semáforos ou até as destrutivas lombas actualmente tão em voga, capazes de ini­birem os automobilistas de aqui passarem a velocidades pouco recomendáveis.

Pelo exposto sou obrigado a concluir que a autarquia nos considera a mim, e mais algumas dezenas de pessoas maioritariamente idosas, como cidadãos de segunda, apenas de primeira no que respeita ao pagamento de impostos. Por isso quero deixar clara a minha firme intenção de, pela primeira vez, não ir exercer o meu direito de voto nas eleições autárquicas e penso mesmo que essa deveria ser a atitude correcta de quem aqui vive. Para quê afinal perder tempo com governantes que se recusam a encarar o seu território como um todo e onde todos, para além das mesmas obrigações, também deviam usufruir dos mesmos direitos?


Um munícipe muito desagradado e já saturado


                    Carlos Manuel Cordeiro Godinho


2009-09-15
Educação no Entroncamento
Boa tarde,

 O meu nome é Sílvia Correia Alves, resido no Entroncamento e tenho duas filhas de 8 e 4 anos a frequentar o ensino público, básico e pré escolar, respectivamente.

O meu contacto deve-se essencialmente ao que tem acontecido na turma da minha filha mais velha, que frequenta o 3º ano da escola EB1, nº1 do Entroncamento.

Depois de ter tido um 1º ano em que partilharam a sala de aula com o 4º ano, um 2º ano em que igualmente a turma era mista, desta vez com uma turma de 1º ano de escolaridade, chegamos a este 3º ano de escolaridade, e quando são lançadas as listas das turmas, constatamos que a turma dela, que era de 11 alunos do 3º ano, foi completada com mais nove alunos, dos quais sete têm 10 anos, um 12 e outro 14(!) anos de idade, um verdadeiro pré adolescente em pleno desenvolvimento hormonal, na mesma sala com meninas de 7 anos, portanto metade da sua idade. De referir que temos ainda para nosso espanto, 2 crianças com necessidades educativas especias, e 4 crianças do 4º ano de escolaridade, portanto mais uma vez direito a apenas 50% do tempo de aula.

 Refiro igualmente que todos os alunos com 10 anos a frequentar o 3º ano foram inseridos nesta turma, apesar da legislação referir que as turmas devem reflectir a heterogeneidade do público escolar.

 

Os pais já reuniram entretanto com o agrupamento, não tendo sido dada alternativa à situação.

 

Estamos verdadeiramente indignados com as condições que têm sido dadas pela escola, numa cidade nova, em que a população é maioritariamente jovem, e cujo sistema de ensino remota ao século 19.

 

A cereja no topo do bolo, foi irmos à reunião de pais, onde encontramos uma sala em que as janelas não abrem, e o chão está com grandes buracos, conforme fotos que envio.

 

A legislação fala de “...um ensino e de uma educação de qualidade, em condições de efectiva igualdade de oportunidades...”, diz que são direitos do aluno, “ver salvaguardada a sua segurança na escola e respeitada a sua integridade física e moral;”

 

Para quê escrever-se tanto sobre direitos e deveres, se não há quem os cumpra????

 

Agradecida pelo tempo dispensado,

 

Sílvia Correia Alves


2009-09-12
A carrinha da vergonha




Prezado Sr. Director;  

Sou um Entroncamentense de adopçao, ainda que nascido nos Riachos, emigrante em Espanha, escolhí o Entroncamento para investir e passar os meus bocados de descanso e volta ao meu País e minha terra.

Desta feita fiz do Entroncamento a minha terra. Aqui pago os meus impostos e aqui invisto uma grande parte do meu capital.  

Estou gostoso na cidade do Entroncamento e poucas coisas tenho para queixar-me, pelo contrario, julgo que é uma das cidades mais acolhedoras e com uma das melhores qualidades de vida que se pode ter nos arredores.

Basta pensar que é uma cidade que é plana, nao precisamos de andar a baixar e subir colinas para ir a qualquer lado, os serviços públicos que se oferece aos utentes é de uma grande qualidade.  

Depois da exposiçao do por que é que  escolhi o Entroncamento para viver e investir, julgo que tenho uma certa capacitaçao para reclamar a quem corresponda a reposiçao e respeito pelo aquilo que é de carácter público e se nao é assim, dever-se-á exigir com toda a responsabilidade ao culpável da seguinte situaçao;  

Detrás do lar Fernando Eiró, na rua paralela entre os edificios e o citado lar, existe uma carrinha toda queimada, ocupando o passeio.

Assim leva mais de 4 anos. Quatro anos que conheça eu. As autoridades, municipais, policiais, desconhecem este facto ?.

É uma vergonha que semelhante esperpento esteja a ocupar uma parte, nao da via pública, mas sim de um passeio.  

Aqui remeto uma fotografia para confirmar a minha denuncia e espero que alguém que tenha responsabilidade cumpra com aquilo para o qual recebe o dinheiro público ao fim do mês.    

Receba os meus melhores cumprimentos.  

Joaquim Luis Tavares Lavado


2009-09-04
O TAEKWONDO DO ENTRONCAMENTO AGRADECE AO “PARAFUSO”


Como costumo afirmar:” O Desporto não é apenas composto por resultados”, para que esses resultados apareçam é preciso muito trabalho. Não apenas dos instrutores e atletas, mas sim dos apoios dos Clubes intervenientes. Nunca tinha sido um treinador de um clube propriamente dito, mas tentava imaginar como seria. A minha integração neste clube deu-se a 1 de Junho de 2009, mas daí para a frente, a dinâmica tem sido outra. Uma das grandes vitórias para o Taekwondo, foi o facto de podermos treinar 4 vezes semanais, incluindo Sábados e Domingos.

            Os meus agradecimentos vão principalmente para o presidente do “Parafuso” o Sr. Manuel Morgado, que funciona como um líder e impulsionador, sempre disposto a ouvir as minhas opiniões e a ajudar-me em tudo o que preciso. Agradeço também aos funcionários do Bar, Sr. Manuel e Dona Beatriz, pela forma como me tratam a mim e aos meus alunos, pelo Ginásio que está sempre impecavelmente limpo, pelas vezes que os faço levantar mais cedo para treinar, e as “secas” que apanham quando saio daqui mais tarde. Conclusão o Taekwondo no Entroncamento não seria aquilo que é, se não existissem estas pessoas maravilhosas que me acompanham e me apoiam incondicionalmente.





                                                                                                          Raul Cipriano

                                                                                                          Cinto Negro 1ºDan


2009-08-29
Reflexão aos Serviços prestados no Lar Fernando Eiró
Contributo para uma reflexão referente aos serviços prestados no Lar Fernando Eiró


Após uma leitura cuidada do relato da Sra. Maria Virgínia Martins relativamente ao recente conjunto de episódios que sucederam com o seu pai, não posso deixar de me manifestar sobre o assunto. Devo começar por clarificar que, apesar do seu objectivo ser declaradamente “(…) denunciar para todos os Entroncamentenses, uma situação grave (…)”, eu tenciono suscitar algumas questões que convidam as pessoas a reflectir sobre o assunto sem que corram o risco de julgar precipitadamente os actores envolvidos. A vida em democracia concede-nos não apenas a oportunidade de nos expressarmos livremente, mas também de reflectir e construir opiniões devidamente fundamentadas na verdade dos factos e das informações que nos cedem (ou que procuramos) para melhor compreender a realidade.


Não me compete responder às acusações manifestadas na referida “carta da leitora”, nem tomar qualquer tipo de decisão sobre que tratamento dar às informações descritas. É na qualidade de voluntária do Lar Fernando Eiró da Santa Casa da Misericórdia do Entroncamento, há cerca de onze anos, que sinto necessidade de dirigir algumas palavras aos (potenciais) leitores e membros do EOL.


À leitora em particular parece-me oportuno dizer-lhe que respeito a sua opinião e lamento não ter tido oportunidade de manifestar pessoalmente o que sinto relativamente ao sucedido (volto a sublinhar que não é esse o objectivo da minha “carta”) por não a conhecer. Em tantos anos de dedicação ao Lar Fernando Eiró, a minha presença é assídua não apenas nas actividades e festividades organizadas mas também em horários diversos em conformidade com a minha disponibilidade. É lamentável que nunca a tenha conhecido numa das visitas (“periódicas”) que efectuou ao seu pai.


Para os leitores que não estão familiarizados com a organização de uma instituição de solidariedade social neste âmbito de intervenção, importa clarificar que os recursos disponibilizados na prestação de serviços nas tipologias de lar e centro de dia são muito semelhantes. As funcionárias de referência são as mesmas (excepto as que se responsabilizam pelo transporte dos utentes de centro de dia nos horários fixados para o efeito), as técnicas responsáveis pela prestação de cuidados de saúde primários e de apoio psicológico são as mesmas, as actividades lúdicas são comuns e o usufruto dos espaços de convívio é concedido a todos.


Se em quatro anos de frequência da instituição não se identifica qualquer sinal comprometedor da qualidade dos serviços prestados, e considerando que nos últimos quatro anos as alterações registadas aos níveis da organização dos serviços e dos recursos humanos disponíveis não foram significativas, será efectivamente essa a causa exclusiva do acontecido? As alterações registadas no próprio utente não terão tido influência no progressivo agravamento do seu estado de saúde/doença? A queda ocorrida no domicílio e a posterior verificação da incapacidade do próprio em cumprir um programa de reabilitação específico, passível de reverter o seu índice de total dependência, comportou algumas consequências que importa considerar: impossibilidade de participar em actividades de grupo (note-se que a sua presença era constante até à referida data de ocorrência da queda) e decorrente impacto sob o ponto de vista psicológico do utente (sentimento de isolamento, frequentemente associado às situações de substancial incapacidade). Subitamente privado de realizar maior actividade física, como é compreensível pela descrição efectuada, não terá a imobilidade imposto um ritmo mais lento ao processo de cicatrização da ferida? E a localização da ferida? Seria pela periodicidade dos posicionamentos no leito, conforme sugerido, que se evitaria o contacto com qualquer objecto passível de pressionar o penso que a protege? Não sei… são apenas algumas questões suscitadas por quem observa com algum distanciamento e desconhece assumidamente o processo clínico do utente.


No que concerne às condições em que o utente se encontrava aquando das referidas visitas (“periódicas”) – (…) quando não estava na cama, estava sentado num cadeirão, sozinho numa sala quase sem luz e ali estava ao abandono (…)” – desconheço a existência de qualquer espaço com as referidas características. Devo dizer que, numa instituição de solidariedade social em que é evidente a dificuldade financeira para manter um número significativo de funcionárias para garantir a supervisão permanente de cada utente, a estratégia preconizada pelo Lar Fernando Eiró é comum a outros equipamentos desta natureza: concentração dos utentes em espaços de convívio, evitando o isolamento, e fomento de um espírito de solidariedade e inter-ajuda entre os beneficiários dos serviços a fim de, na eventualidade de não estar presente uma funcionária, a situação ser imediatamente sinalizada e prontamente atendida. No entanto, parece-me plausível ponderar que as visitas realizadas tenham decorrido (sempre) nos horários das refeições ou no de quaisquer actividades programadas destinadas a todos os utentes, não estando por isso o movimento habitual na sala de convívio em que o utente frequentemente se encontrava.

                                                                                                       

Após a alegada constatação de que o utente permanecia num contexto de risco, submetido aos cuidados de profissionais negligentes ou incompetentes, questiono-me: por que razão insistir em mantê-lo nesse espaço, nessas condições, desde que lhe foi atribuída alta do hospital até à integração num outro lar de idosos (de 10 a 31 de Julho)? Não seria oportuno usufruir do direito a gozar dias de férias ou solicitar dispensa por assistência à família? Ponderar canalizar o montante da mensalidade para a contratação de pessoa particular que complementasse a intervenção da família na prestação de cuidados no domicílio até que encontrassem um outro equipamento, não seria uma opção mais segura atendendo à gravidade dos factos relatados? Pelo diagnóstico clínico talvez não fosse impedimento, na medida em que é percepcionado como negligente e o centro de saúde disponibiliza um serviço de prestação de cuidados de enfermagem no domicílio.


É importante clarificar que o valor da mensalidade é absolutamente irrelevante para o usufruto dos serviços do Lar Fernando Eiró. Afirmo peremptoriamente, e com efectivo conhecimento, que todos os utentes desta instituição têm os mesmos direitos (e deveres), bem como são acolhidos e atendidos com a dignidade que a sua condição de ser humano exige. Apraz-me dizer que não é por mero acaso que tenho dedicado parte da minha vida a esta instituição e aos beneficiários dos seus serviços, assim como sou (re)conhecida por todos eles como membro da “família” que constituem (e que muitos deles é a única que efectivamente têm).


Por último, desculpo-me pela extensão da minha mensagem e agradeço antecipadamente a atenção dos potenciais interessados em aferir a verdade dos factos considerando não apenas uma opinião e um contributo para reflexão, mas sobretudo a história de uma instituição que mantém há vários anos as suas portas abertas à comunidade em que se insere.


Cumprimentos,


Ana Isabel


2009-08-20
Serviços prestados no Lar Fernando Eiró
Entroncamento,19-08-2009
 
 
             Exmo. Senhor Director do E O L
 
 
             Com os meus respeitosos cumprimentos, venho por este meio que o E O L me proporciona, denunciar para todos os Entroncamentenses, uma situação grave que passo a descrever:
             Meu pai de oitenta e cinco anos, sempre residente no Entroncamento, pelas circunstâncias da idade, e por impossibilidade de ter apoio da família, como era meu desejo, nestes últimos quatro anos, esteve em centro de dia no LAR Fernando Éiró Gomes, onde lhe era prestada a assistência de que necessitava, não tendo motivos visíveis, para fazer qualquer reclamação.
             Por infelicidade dele no dia 7-3-2009, caiu em casa que resultou fractura do colo do fémur.
             Seguiu-se o internamento no Hospital de Abrantes onde foi operado, com a colocação de uma prótese total, para uma possível recuperação, pelo menos a nível de mobilidade. Nada de anormal a se passou não havendo por isso anomalias a registar.
             Antes de ter alta do hospital, dirigi-me ao Lar para através da SRA Directora tentar uma vaga, para o meu pai passar a residente, porque o seu estado não permitia estar em casa.
             Fui informada de que não havia vaga, pelo que tive recorrer a um Lar particular, fora do Entroncamento cerca de 15km, para onde foi directamente, quando veio do Hospital.
             Decorridos 5 dias de estar lá, fui contactada pela SRA Directora a informar que já havia vaga, o que me agradou, pois podia visitá-lo com a assiduidade que ele merecia, podendo assim acompanhar de perto a evolução da recuperação.
             Veio para aqui no dia 1 de Abril com carta do médico do hospital, com todas as indicações dos cuidados a prestar.
             Como é normal, vinha um pouco debilitado, com alguma confusão, e tinha uma pequenina ferida, no calcanhar direito que necessitava de vigilância regular.
             Foi-lhe prescrito Fisioterapia, mas como o seu estado era de uma grande confusão, não colaborava nas idas á Fisioterapia, pelo que teve que deixar de ir, do que resultou deixar de andar.
 
             Aqui começa a negligência do Lar, pois passava grande parte do tempo na cama, não era posicionado com a regularidade necessária. Por todas estas anomalias a escara do calcanhar, foi aumentando de dia para dia, sendo feito penso, não sei se pela Sra enfermeira ou por alguma das auxiliares, nem sequer darem conhecimento da situação á Médica responsável.
             Numa das visitas periódicas que lhe fiz no dia 2-7-09 ás 13h40 o meu espanto foi total, pois estava na cama completamente excitado, desorientado, a tremer, com febre e a voz completamente atabalhoada, só com uma fralda e uma camisola de alças que nem era dele.
             Estavam junto dele duas funcionárias, que me disseram não poder fazer nada, pois estas situações são da responsabilidade da Enfermeira.
             Eu disse não admitir que o meu pai estivesse naquele estado, se não chamarem a ambulância, chamo eu para ir para o Hospital.
             A funcionária foi falar com a Sra Enfermeira, passados alguns minutos ela veio á porta do quarto, com muito pouco profissionalismo e pouca simpatia, dar ordem para lhe vestirem o pijama para ir ao Hospital do Entroncamento. Depois de uma breve consulta, foi de imediato transferido para Torres Novas. Aí foi-lhe diagnosticada uma  pneumopatia, desidratação e o calcanhar com exudado fétido com probabilidade de amputação do pé, se a infecção não fosse debelada.
             Perante esta incompetência do serviço de enfermagem do Lar e de ter sido informada pela Médica do Lar que nunca tinha visto o pé do meu pai, (tinha confiado na enfermeira)e já estávamos na 1ª semana de Julho. BASTA tanta incompetência, e não permiti esta situação por mais tempo.
 
             Quando regressou ao Lar vindo de Torres Novas no dia 10-7-09, com ordem para ser feito penso ao calcanhar, com material prescrito pelo médico que o assistia em Torres Novas DR. Mariano Velez. De novo falei com a Sra Directora e exigi que tudo fosse feito ao pormenor, querendo também que o meu pai fosse tratado com dignidade de um ser humano, e não como um animal desprezado, nas varias visitas que lhe fazia, quando não estava na cama, estava sentado num cadeirão, sozinho numa sala quase sem luz e ali estava ao abandono.
             Era uma situação insustentável, pois com uma mensalidade de 800€ tinha direito a uma assistência mais digna.
             Como quero o melhor para o meu Pai, decidi recorrer a outra Instituição a 30 km do Entroncamento onde está desde o dia 1 de Agosto. Com uma mensalidade inferior,  á daqui, a recuperação do meu Pai é notória, as condições são excelentes. Respira-se ar puro, há assistência digna, limpeza perfeita, carinho humano com todos os utentes, actividades diárias, quarto com T.V. e WC privativo.
             Dou graças a Deus por ter possibilidades, de lhe dar todo este conforto.
             Só lamento é que alguns residentes no Lar Fernando Eiró tenham que estar sujeitos a estas incompetências e negligencias, por impossibilidade dos familiares, os poderem transferir para outro sítio com condições de qualidade.
             Deixo este testemunho aos familiares dos utentes desta instituição, estejam atentos e exijam condições com qualidade para os seus familiares.
             Á Mesa Administrativa da S. C. M. do Entroncamento na pessoa do seu Provedor tenho a dizer que não é só fachada que conta. O importante é haver uma gestão a nível de Direcção com competência. Assistência Medica e de Enfermagem com mais qualidade.
            O pessoal auxiliar só poderá ser eficiente, se houver elementos suficientes e não ser duas funcionárias para atender 50 ou 60 utentes.
           
           É esta a SANTA CASA DA MISERICORDIA do ENTRONCAMENTO que se diz ser de QUALIDADE?   
 
              Termino com uma frase do tempo dos nossos AVÓS.
 
           "SEM OVOS NÃO SE FAZEM OMOLETES"
 
 
            Os meus agradecimentos pela publicação deste testemunho.
 
 
                          Maria Virgínia Martins


2009-08-19
Como conseguem estragar-nos o jantar …


Hoje, por volta das 18,20 h, desloquei-me ao HIPERMERCADO E.LECLEC no Entroncamento,

 fazer algumas compras, onde estava incluído peixe!

Escolhi o pretendido, que eram robalinhos, onde li o cartaz de preços que tinha 50% de desconto, com o cartão … e eu pensei para comigo, hoje vou poupar algo … pedi dois robalinhos,  a  funcionária coloca-os directamente para o saco e pesa, onde eu de imediato disse, a senhora não mos arranja?

Foi-me respondido, com este desconto não se arranja o peixe!

Eu reagi e disse então não quero, e desloquei-me dali … mas depois de continuar nas compras, voltei a trás, perguntei  à mesma senhora,  a decisão  é sua ou superior?

Onde me disse que era superior!

Como trago sempre a máquina fotográfica comigo, não vi nada escrito a proibir, fotografei discretamente como mostro, e disse para comigo, não vou calar, não é justo!

Quem não tiver cartão, (não tem desconto)também não lhe arranjam os robalinhos?

Algo falta, para evitar que os clientes não fiquem aborrecidos, como foi o meu caso!

Só falta colocarem um cartaz a dizer, peixe quase de graça, mas tem que o ir pescar no alto Mar … mas neste caso não tinha nada!

Conclusão:  não fiquei sem jantar … recorri ao bacalhau congelado.


Leitor identificado


2009-05-18
Novos Arruamentos
Venho por este meio manifestar, á semelhança de outros,  o meu descontentamento pelos novos arruamentos construidos, reconstruidos ou destruidos na cidade ultimamente.
Serei só eu ou os mesmos são estreitos demais e afunilados nas entradas e saídas? Serei só eu ou não necessitariamos de passeios tão largos nalguns locais. Devo ser só eu certamente.
Numa cidade que se quer moderna (esperemos) como pode a Autarquia construir desta forma. Numa cidade que deve (supostamente) atrair pessoas como pode impedir e limitar a sua circulação. Bom fica a reflecção.
  Pedro Nascimento
18/5/2009


2009-05-11
SALVEM A LOCOMOTIVA 832


            A preservação da memória do património histórico ferroviário português continua a ser um dos calcanhares de Aquiles da nossa museologia ferroviária.

            A abertura do núcleo museológico do MNF no Entroncamento deveria ter constituído o ponto alto para um concerto de posturas com a efeméride dos 150 anos do caminho-de-ferro português e preservar as últimas “divas” do vapor em Portugal.

            Ante o enorme pecado cometido com a 801 da Beira Alta ermada em Vilar Formoso, que foi pertença do Entroncamento, as locomotivas estacionadas, e votadas ao esquecimento no Centro de Formação da Fernave, são um dos péssimos exemplos que o País demonstra no que diz respeito a sua preservação.

            São quatro peças de inquestionável valor. Porém, a locomotiva 832, o último gigante do vapor, para além de começar a estar coberta pela vegetação, o seu estado de degradação atinge proporções assustadoras.

            É inadmissível e incompreensível que as quatro locomotivas não tenham sido removidas pelo seu pé para o museu, o seu espaço natural e não abandonadas no meio dum suposto jardim mais digno de matagal, do que outra coisa.

 

O vagão J nº 1

 

            Não muito longe deste espaço e no antigo armazém de madeiras da CP, estão estacionadas das mais importantes reservas da colecção museológica. Peças cujo estado de degradação é muito acentuado. Porém, e indo contra o mais elementar princípio da conservação ferroviária, vulgarizado nos mais eminentes museus europeus, como no de York em Inglaterra, ou Bochum, na Alemanha, quando as peças não podem ser recuperadas, são protegidas com oleados.

            No caso de Bochum as peças coexistem com as outras peças em exposição sem qualquer tipo de complexos, mesmo as que não necessitam de protecção exterior.

            Não se percebe porque o J nº 1, bem à vista dos transeuntes não esteja protegido dos elementos, ou porque motivo não foi incluído do núcleo expositivo. Uma peça que estava em perfeitas condições de conservação quando para ali foi deslocado.

            O que foi feito da enorme quantidade de oleados que foram comprados pela então CEI/MNF e serviram para proteger veículos que agora estão na exposição?

 

O comboio dos 150 anos

 

            Como se percebe por quem visita o pólo do Entroncamento que ali não se conta a história dos 150 anos do caminho-de-ferro em Portugal, como seria dever. Nem tão pouco do Entroncamento! Conta-se uma história solta de peças isoladas mas não encadeadas num discurso museológico.

            Como é do conhecimento público, o Estado investiu milhares de contos numa exposição comemorativa desta efeméride, ao preparar várias carruagens que percorreram o país, para assinalar o evento, uma atitude digna de elevado louvor.

            Não se compreende que a mesma exposição esteja agora encerrada, no próprio Entroncamento, mesmo ao lado do Museu, sob alegadas justificações de não reunir as condições necessárias para o efeito. Ainda por cima as carruagens estão estacionadas num excelente espaço que reúne todas as condições para ser visitável.

            Aliás o exemplo do recurso a carruagens para o prolongamento da museografia poderia constituir um excelente recurso museográfico. No caso nas carruagens cama, e outras peças, como locomotivas, poderem ser visitadas no seu interior.

            O principio da interactividade museológica, muito ausente neste museu, poderá passar por novas posturas de exibição e fruição de muito do material exposto.

 

Tracção Eléctrica

 

            Não fica bem ver as duas locomotivas da sociedade Estoril a ocupar aquele espaço. A escassos metros está uma cobertura moderna que reúne as condições museográficas para o efeito sendo que para tal bastaria colocar uma catenária simulada, um custo quase irrisório e exibir as três locomotivas que ali se encontram e conhecidas pelas 3 irmãs Rodrigues (Celeste, Deolinda e Amália). E contar a história da tracção eléctrica.

 

            Reconhecendo que às vezes é bem mais fácil falar do que fazer, o que não é o caso, e por conhecer bem o barco por dentro, às vezes basta um pouco de imaginação, crer e sensibilização para se fazer mais e melhor. Deixo este singelo contributo esperando que o mesmo não caia em saco roto.

 

António Pinto Pires

pintopires@iol.pt

Coimbra


2009-03-29
Pouca vergonha
Boa Noite,
 
   Venho por este meio, divulgar o meu enorme descontentamento e sentimento de vergonha por habitar na cidade do Entroncamento. Felizmente que só me desloco para a cidade ao fim de semana.
   A cidade encontra-se num estado cada vez mais lastimoso. Como é possível fazerem obras extemamente inúteis, gastando assim mal e porcamente o dinheiro dos moradores. Ruas que em tempos eram espaçosas, os carros circulavam espaçadamente, foram convertidas em autênticos funis de trânsito, outras que mais parecem caminho de cabras e outras ainda em que falta somente uns meros 10 metros quadrados de alcatrão. O edifico da C.M.E foi convertido numa casa de bonecas. Já para não referir as inadmissiveis contruções, onde moradias pessoas convivem a escassos metros de edíficios de 4 e 5 andares.
   E ainda vejo folhetos a dizer que o Entroncamento é uma cidade para o futuro. É caso para perguntar, mas que futuro??? Só se for o futuro em tempo de eleições.
   Sem querer referir os aspectos de segurança e civismo, me despeço.
 
  Cumprimentos
                                                                                                 André Valente
29/03/2009


2009-01-26
Caixa de águas pluviais é uma ratoeira
Mais uma vez boa noite, ao Entroncamento On Line e a todos que o visitam!

Aqui estou de novo a denunciar uma situação que já tem anos!

Como mostro nas fotos que junto, se eu (ou alguém) danificar as jantes do carro, a quem se deve pedir indemnização?

Como podem verificar esta caixa de águas pluviais situa-se numa zona onde passam milhares de carros durante a semana!

Para quem não conhecer este local, posso adiantar que se encontra à saída do Supermercado E.LECLERC, no Entroncamento.
   

Um abraço,

Jacinto Santos


2009-01-21
Rua de acesso ao Pavilhão Municipal
Boa tarde ao Entroncamento On Line e a todos que o visitam!

 Escrevo desta vez apenas para chamar à atenção, de novo…, a todos os que transitarem nesta zona (junto ao Pavilhão Desportivo do Entroncamento) para conduzirem os seus veículos com cuidado. A vossa segurança e a de quem vos acompanha, encontra-se exposta ao perigo!

A estrada, como mostra a foto, ainda não foi alvo da devida atenção de forma a resolverem o problema deste “pedaço de estrada” pela raiz.


Quanto ao resto, palavras para quê …?

Um abraço,

jacinto santos

Jacinto Santos


2009-01-08
Carro da PSP estaciona constantemente em lugar proibido!
 Quando deveriam dar o exemplo, um carro da PSP do Entroncamente estaciona constantemente no Hiper Mercado E. Leclerc numa zona onde é proibido estacionar. Trata-se de uma zona, bem assinalada com sinais de proibição, onde presumo se faça o abastecimento de gas ao estabelecimento, onde por razões de segurança está vedado o estacionamento.

Não ficaria mal à PSP serem os primeiros a dar o exemplo!  

08/01/2009

Anónimo


2008-12-28
Desaparecimento!
 Olá a toda a equipa que torna possível a boa qualidade e serviço infomativo, isento e actualizado, do EOL.
 
Parece que neste Natal o "Pai Natal" trouxe prendas doces e quentinhas para o coração de muitas pessoas. Graças a Deus!
Mas, e para outras pessoas trouxe algumas tristezas ou desgostos...; não apenas com pessoas, mas também com animais de estimação.
Quem os tem, e os adora sabe o quanto custa perder um animal de quem de gosta e gosta de nós...; que "às vezes quase que fala com o seu dono"!
 
Neste caso a minha gata, que responde pelo nome Pixel (brilhante), também me deu uma grande dor nesta quadra natalícia, desapareceu no passado dia 22 de Dezembro e até esta data ainda não regressou a casa...
Foi por mim adoptada numa rua de Torres Novas, estava abandonada e não devia ter ainda 2 meses de vida. Cresceu e ficou uma linda gata como se pode ver na foto. Vai fazer 8 meses!?
 
Sendo muito meiga e brincalhona, não seria muito difíçil que alguém ao vê-la sem coleira e tão livre, tenha feito o mesmo que eu... e a tenha adoptado!
 
Resido junto ao Pavilhão Desportivo do Entroncamento (foi perto desse local que desapareceu), e apelo ao bom senso de quem a tenha visto ou saiba algo que me ajude a encontrá-la, que contacte, sff, o EOL-entroncamentoonline.

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